Curso Aplicação de Produtos Fito-farmacêuticos – Madeira

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Descrição

Enquadramento

De acordo com a Lei nº 26/2013 de 11 de Abril regula as atividades de distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos para uso profissional e de adjuvantes de produtos fitofarmacêuticos e define os procedimentos de monitorização da utilização dos produtos fitofarmacêuticos, revogando a Lei n.º10/93, de 6 de Abril, e o DL n.º173/2005 de 21 de Outubro. Esta Lei ainda não se encontra regulamentada, o que motiva a necessidade de dar continuidade aos processos formativos em curso e de atualizar transitoriamente os regulamentos anteriormente aplicados.

 

Despacho nº 48/2013 de 13 de Março – Define o conteúdo programático das ações a ministrar na área da redução do risco e dos impactos ambientais na aplicação de produtos fitofarmacêuticos.

35 Horas

621 – Produção Agrícola

Agricultores empresários, agricultores não empresários, trabalhadores agrícolas e rurais, trabalhadores por conta de outrem, mão-de-obra agrícola familiar cuja atividade implique a aplicação de produtos fitofarmacêuticos.

Outros indivíduos, de ambos os sexos, que apliquem ou venham a aplicar produtos fitofarmacêuticos.

Capacitar os participantes para a manipulação e aplicação segura de produtos fitofarmacêuticos, minimizando os riscos para o aplicador, o ambiente, espécies e organismos não visados e o consumidor, de acordo com os princípios da proteção integrada.

  • Introdução à Ação:
    1. Apresentação do grupo
    2. Levantamento de expectativas dos participantes
    3. Apresentação do programa de ação

     

    BLOCO I – Princípios gerais de proteção das culturas         

    I.1 Meios de proteção das culturas:

    I.1.1. Luta biológica

    I.1.2. Luta cultural

    I.1.3. Luta genética

    I.1.4. Luta biotécnica

    I.1.5. Luta química

    I.2 Proteção integrada:

    I.2.1. Evolução da proteção das plantas

    I.2.2. Legislação específica

    I.2.3. Princípios gerais de proteção integrada

    I.2.4. Estimativa do risco e modelos de previsão

    I.2.5. Nível económico de ataque (NEA)

    I.2.6. Tomada de decisão

    I.2.7. Luta química – Seleção de produtos fitofarmacêuticos

    I.2.8. Registo dos tratamentos realizados (caderno de campo)

    I.3 Produção integrada:

    I.3.1. Princípios da PRODI

    I.3.2. Estratégia de produção

    I.3.3. Principais técnicas de produção

    I.3.4. Regulamentação e registos

    I.4 Agricultura biológica:

    I.4.1. Princípios gerais

    I.4.2. Regulamento Comunitário relativo à Agricultura Biológica

     

     

    BLOCO II – Segurança na utilização de produtos fitofarmacêuticos, sistemas regulamentares e redução do risco

    II.1 Produtos fitofarmacêuticos:

    II.1.1. Definição de produto fitofarmacêutico

    II.1.2. Classificação química

    II.1.3. Modos de ação

    II.1.4. Formulação

    II.2 Sistemas regulamentares dos PF:

    II.2.1. Homologação dos produtos fitofarmacêuticos

    II.2.2. Produtos ilegais – sua identificação

    II.2.3. Distribuição, venda e aplicação

    II.2.4. Gestão de resíduos de embalagens e de excedentes

    II.2.5. Outra legislação aplicável ou complementar

    II.3. Segurança na utilização dos produtos fitofarmacêuticos:

    II.3.1. Aspetos toxicológicos inerentes à manipulação e aplicação dos produtos

    fitofarmacêuticos

    II.3.2. Símbolos toxicológicos e ecotoxicológicos

    II.3.3. Informação e leitura do rótulo

    II.3.4. Equipamento de proteção individual (EPI)

    II.3.5. Relação entre o EPI e as diferentes características dos produtos

    fitofarmacêuticos

    II.3.6. Alguns sintomas de intoxicação com produtos fitofarmacêuticos

    II.4. Redução do risco no manuseamento e aplicação de produtos fitofarmacêuticos                      II.4.1. Verificação das condições de trabalho, condições atmosféricas, material de

    aplicação a utilizar, leitura do rótulo

    II.4.2. Cuidados com a preparação da calda

    II.4.3. Noção de dose e de concentração da calda

    II.4.4. Utilização do EPI correto

    II.5 Redução do risco para o ambiente, espécies e organismos não visados                          II.5.1. Impacte no ambiente do uso de produtos fitofarmacêuticos

    II.5.2. Riscos para as espécies e os organismos não visados resultantes da aplicação

    dos produtos fitofarmacêuticos

    II.5.3. Preparação da calda

    II.5.4. Eliminação de excedentes de calda

    II.5.5. Lavagem do equipamento de aplicação

    II.5.6. Gestão de embalagens e produtos obsoletos

    II.6 Redução do risco para o consumidor:

    II.6.1. Noção de resíduo

    II.6.2. Limite Máximo de Resíduo

    II.6.3. Intervalo de segurança

    II.6.4. Exposição do consumidor e cumprimento das indicações do rótulo                            II.6.5. Controlo de resíduos

     

    BLOCO III – Material de aplicação

    III.1. Material e técnicas de aplicação:

    III.1.1. Características do material de aplicação

    III.1.2. Critérios para a escolha do material de aplicação

    III.1.3. Técnicas de aplicação, calibração e regulação do material de aplicação                  III.1.4. Arrastamento da calda

    III.1.5. Cálculo de doses, concentrações e volumes de calda com herbicidas,

    inseticidas, fungicidas e outros produtos fitofarmacêuticos

    III.1.6. Conservação e manutenção do material de aplicação

     

    BLOCO IV – Armazenamento, transporte e acidentes com produtos fitofarmacêuticos

    IV.1 Armazenamento e transporte de pequenas quantidades de produtos fitofarmacêuticos:         IV.1.1. Condições e características dos locais de armazenamento de produtos

    fitofarmacêuticos

    IV.1.2. Perigos e segurança durante o armazenamento. Sinalização.

    IV.1.3. Perigos e segurança no transporte de pequenas quantidades de produtos

    fitofarmacêuticos

    IV.2 Acidentes com produtos fitofarmacêuticos:

    IV.2.1. Prevenção de acidentes

    IV.2.2. Acidentes de trabalho

    IV.2.3. Medidas de primeiros socorros

     

    Avaliação e encerramento    

    Avaliação:

    Avaliação de conhecimentos – Prova teórica escrita

    Avaliação de reação e encerramento

  • A metodologia de formação é predominantemente participativa e assenta na realização de situações práticas, análise de situações concretas, assim como na troca de experiências entre participante e o formador. São utilizadas diversas técnicas de formação como exposição dialogada, demonstração, trabalho individual e de grupo.
  • A formação prática será realizada dominantemente no campo, sob a forma de prática simulada.
  • No módulo III.1 – material e técnicas de aplicação, nas sessões práticas, o grupo será obrigatoriamente dividido, no mínimo, em dois, sendo cada subgrupo acompanhado por um formador. A intervenção destes dois formadores deve ser previamente articulada e concertada, de modo a que possam ambos orientar, em simultâneo, as atividades dos subgrupos de formandos, nas sessões de prática simulada.
  • Formação Profissional Contínua
  • Formação presencial organizada em sala e em exploração agrícola destinada à formação prática.
  • Horário laboral.
  • Número de formandos por grupo de formação: 12 a 16.

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Mês

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