Ação de formação de inclusão social

A ação de formação de Animação – conceitos, princípios e técnicas, enquadra-se no Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE) do Fundo Social Europeu, e conta com um total de 17 formandos, dos quais apenas 3 são “paítos” – designação que os da etnia cigana dão aos não ciganos. Destinada a desempregados de longa duração na região do Entroncamento, a ação inclui vários módulos (UFCDs) na área do trabalho social e orientação.

A formadora responsável é Carla Ildefonso e a promotora da ação de formação é a empresa Planeta Informático, na pessoa de Rita Rodrigues, coordenadora pedagógica.

A turma de formação, criada há cerca de 2 anos, é movida pelo objetivo de aprender algo mais e aproveitar o momento de convívio, além de acrescentarem o subsídio de alimentação ao seu rendimento.

Todos os formandos são unânimes em elogiar a formação e a formadora, estando disponíveis para participarem noutras ações que venham a surgir.

“Damo-nos todos muito bem uns com os outros, aqui somos todos iguais, somos uma família”, afirma Natália Lopes, 62 anos. Entre as várias mulheres formandas, é a única não cigana.

Délio Bruno, 33 anos, não tem dúvidas de que esta aprendizagem “é uma mais-valia para a integração no mercado de trabalho”. Não consegue apontar dificuldades até porque “a formadora Carla é excelente na forma como ensina”.

“Nunca é demais aprender. Quando era mais novo não me foi dada a oportunidade e por isso há que aproveitar, é sempre bom. Nós queremos aprender mais e esta é uma oportunidade que estamos a aproveitar, é muito útil”, assegura Manuel Romão, 55 anos, .

Sobre o tema da ação (animação cultural), Luís Lopes, 62 anos, que não pertence à etnia maioritária naquela sala, diz que “já tinha ouvido falar sobre alguns assuntos assim por alto”, mas agora “estamos a aprofundar um pouco mais, o que nos dá uma valorização muito grande”. A sua opinião sobre a turma reforça a ideia do bom ambiente e camaradagem que existe. “Há uma ótima interação, é espetacular, é um grupo mesmo com “G” grande”, reconhece.

A formadora que acompanha este grupo há dois anos e com quem já criou laços declara “Gosto muito de estar com eles, já tenho uma relação pessoal com todos e não olho para eles como sendo de etnia, até me esqueço”. Confessa que, “por vezes até é mais difícil dar formação “aos senhores” como eles dizem (designação dada aos não ciganos)”.

Reconhece que “por vezes há choques de personalidade, mas isso nada tem que ver com o facto de serem ou não da etnia”. Outra questão sensível tem que ver com questões de diferenças culturais. Temas como a sexualidade por exemplo são consideradas tabu porque na cultura cigana têm outro tipo de abordagem.

Rita Rodrigues, da empresa de formação e consultoria Planeta informático, com sede no Porto, mas com ações por todo o país, aponta como objetivo desta formação que os formandos, no final, saiam mais capacitados depois de um percurso formativo preenchido com um leque variado de aprendizagens que vão fazendo.

Confederação dos Treinadores anuncia regresso do desporto de formação

O presidente da Confederação dos Treinadores, que reuniu com a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, anunciou esta quarta-feira que o desporto de formação regressará a partir de outubro.

“[O secretário de Estado] permitiu-me que anunciasse aos treinadores que vamos começar a operacionalizar a construção de calendário, de apoio ao planeamento, para retoma dos treinos sem restrições e competições. Ou seja, que a partir de outubro seja possível a tal progressividade que estava prevista, e que tantas dúvidas levantou ao setor desportivo”, afirmou o presidente Pedro Sequeira, através da assessoria de imprensa da Confederação.

Sobre a reunião com a autoridade de saúde, Pedro Sequeira disse ter saído bastante satisfeito, sobretudo pela “sintonia quer nas preocupações quer no que é possível fazer para a retoma progressiva, a nível dos escalões de formação”.

A retoma da prática desportiva, sobretudo dos escalões de formação, requer que o operacional em todos os treinos e competições –  os treinadores – façam um planeamento da época e do que podem ou não fazer nas sessões de trabalho.

O acesso e exercício da atividade de treinador de desporto é uma atividade regulamentada por lei. A prática desta atividade sem o respetivo título profissional válido é ilegal e punível com coima.

Saber mais sobre o Curso de Treinador de Futebol.

Seminário COVID-19

No dia 28 de Abril celebra-se o dia mundial da segurança e saúde no trabalho, e nesse sentido o ACT e a DGS irão realizar um seminário online com a seguinte temática:

Locais de Trabalho Seguros em Tempos de COVID-19.

Pensamos que o tema é de importante significância para todos nós e nesse sentido deixamos o link com as informações necessárias para assistir ao evento.

https://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Itens/Eventos/Paginas/Webinar%C2%ABLocaisdeTrabalhoSegurosemTemposdeCOVID-19%C2%BB.aspx

Formação Empresarial

Lei nº 93/2019, de 04 de Setembro, que obriga a 40 horas anuais de formação entrou já em vigor a 01 Outubro 2019. Assim, o artigo 131º (Formação Contínua) do Código de Trabalho passou a estabelecer que o trabalhador tem direito a 40 horas anuais de formação, mais 5 horas do que já era obrigatório por lei.

A legislação estipula que todas as empresas devem organizar formação, estruturando planos de formação para os seus trabalhadores, pelo que, anualmente, o empregador deve assegurar formação contínua a pelo menos 10% dos trabalhadores da empresa.

O não cumprimento da legislação poderá originar coimas que podem atingir os 10 mil euros.

Ainda de acordo com às alterações à Lei, foi eliminada a norma que faz cessar, ao fim de 3 anos, os créditos de horas de formação não utilizados.

O Código de Trabalho garante o direito individual do trabalhador à formação, prevendo a criação de condições objectivas para o seu efectivo exercício, independentemente da situação laborar do trabalhador. Neste sentido o empregador é obrigado a proporcionar aos trabalhadores acções de formação profissional adequadas à sua qualificação.

No âmbito da formação contínua devem ser garantidas ao trabalhador um número mínimo de 40 horas anuais de formação certificada.

O Planeta Informático pretende oferecer um serviço de elevada qualidade na área da Formação, através de um levantamento das necessidades nas empresas, efectuar um plano de formação anual, emitindo os respectivos certificados de formação profissional

Ciclos de Formação – 40 Horas

PORQUÊ?
Cumprir a legislação laboral referente ao disposto no artigo 131 do Código do Trabalho que, de uma forma resumida, obriga o empregador a promover junto dos seus colaboradores 40 horas de formação profissional certificada por ano.

SOLUÇÃO
Não pague mais pelas horas que não necessita. Os ciclos de formação de 40 horas são a nossa solução ao propor-lhe uma resposta que vai de encontro ao cumprimento da legislação e que permite reais ganhos de produtividade e competência dos seus colaboradores.

Alteração à lei (Formação Contínua) do Código de Trabalho | Lei nº 93/2019, de 04 de Setembro.

Lei nº 93/2019, de 04 de Setembro, que obriga a 40 horas anuais de formação entrou já em vigor a 01 Outubro 2019. Assim, o artigo 131º (Formação Contínua) do Código de Trabalho passou a estabelecer que o trabalhador tem direito a 40 horas anuais de formação, mais 5 horas do que já era obrigatório por lei.

A legislação estipula que todas as empresas devem organizar formação, estruturando planos de formação para os seus trabalhadores, pelo que, anualmente, o empregador deve assegurar formação contínua a pelo menos 10% dos trabalhadores da empresa.

O não cumprimento da legislação poderá originar coimas que podem atingir os 10 mil euros.

Ainda de acordo com às alterações à Lei, foi eliminada a norma que faz cessar, ao fim de 3 anos, os créditos de horas de formação não utilizados.

O Código de Trabalho garante o direito individual do trabalhador à formação, prevendo a criação de condições objectivas para o seu efectivo exercício, independentemente da situação laborar do trabalhador. Neste sentido o empregador é obrigado a proporcionar aos trabalhadores acções de formação profissional adequadas à sua qualificação.

No âmbito da formação contínua devem ser garantidas ao trabalhador um número mínimo de 40 horas anuais de formação certificada.

O Planeta Informático pretende oferecer um serviço de elevada qualidade na área da Formação, através de um levantamento das necessidades nas empresas, efectuar um plano de formação anual, emitindo os respectivos certificados de formação profissional

Ciclos de Formação – 40 Horas

PORQUÊ?
Cumprir a legislação laboral referente ao disposto no artigo 131 do Código do Trabalho que, de uma forma resumida, obriga o empregador a promover junto dos seus colaboradores 40 horas de formação profissional certificada por ano.

SOLUÇÃO
Não pague mais pelas horas que não necessita. Os ciclos de formação de 40 horas são a nossa solução ao propor-lhe uma resposta que vai de encontro ao cumprimento da legislação e que permite reais ganhos de produtividade e competência dos seus colaboradores.

Formação Modular Financiada

Estão abertas as inscrições para Formação Financiada na área de  Informática:

Informática – 175 Horas

UFCD 7846 – Informática: Noções Básicas – 50h

UFCD 0778 – Folha de Cálculo – 50h

UFCD 0754 – Processador de Texto – 50h

UFCD 0779 – Utilitário de Apresentação Gráfica – 25h

 

Destinatários: Empregados e desempregados

Horários: Laboral ou Pós-laboral

Apoios: Subsídio de alimentação, no valor de  4,52€/dia de formação

 

Informações e Inscrições:

Isabel Pais – Tel. 22 50 88 690

E-mail: formacao@planetainformatico.pt